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6 de dezembro de 2016

Eu Quero Ser Feliz - 6 Conselhos de Dr. Tal Ben-Shahar


Objeto de estudo de psicologia da Universidade de Harvard nos Estados Unidos, curso ministrado pelo Professor de Psicologia Dr. Tal Ben-Shahar, pode nos dar a ideia da importância que tal estado emocional tem em nossa vida atualmente.

Esse assunto abstrato é estudado pela psicologia do Doutor Shahar que a define como “a ciência da felicidade” e de fato diz que a alegria pode ser aprendida como por exemplo uma pessoa aprende a jogar golfe ou a andar de bicicleta, ou seja, com técnica e prática.
Para o Professor não é preciso ser perfeito para levar uma vida mais rica e mais feliz, o segredo parece estar em “aceitar a vida tal como ela é”, assim “o libertará do medo e do fracasso e das expectativas perfeccionistas”, preconizado em seu best-seller mundial “Being Happy”.

Mas será que alguma vez temos felicidade suficiente? O Professor explica: “é precisamente a expectativa de sermos perfeitamente felizes que nos faz ser menos felizes”.

Aqui estão os 6 conselhos principais do professor para ajudar as pessoas a se sentirem felizes:

1. Perdoe seus fracassos. E mais: festeje-os! “Assim como é inútil se queixar do efeito da gravidade sobre a Terra, é impossível tentar viver sem emoções negativas, já que fazem parte da vida e são tão naturais quanto a alegria, a felicidade e o bem-estar. Aceitando as emoções negativas, conseguiremos nos abrir para desfrutar a positividade e a alegria”, diz o especialista. Aceitar a vida como ela é o libertará do medo do fracasso e das expectativas perfeccionistas.

2.Não veja as coisas boas como garantidas, mas seja grato por elas.  Agradeça sempre mas de alma, agradeça honestamente. Coisas grandes ou pequenas. “Essa mania que temos de achar que as coisas são garantidas e sempre estarão aqui têm pouco de realista.”

3.Pratique algum esporte. Para que isso funcione, não é preciso malhar numa academia até se cansar ou correr 10 quilômetros por dia... Pratique algum exercício suave, como caminhar em passo rápido por 30 minutos diários, para que o cérebro secrete endorfinas, essas substâncias que nos fazem sentir-nos “drogados” de felicidade, porque na realidade são opiláceos naturais produzidos por nosso próprio cérebro, que mitigam a dor e geram prazer. A informação é do corredor especialista e treinador de Easyrunning Luis Javier González.

4. Simplifique, no lazer e no trabalho. “Precisamos identificar o que é verdadeiramente importante e nos concentrar sobre isso”, propõe Tal Ben-Shahar. Já se sabe que quem tenta fazer demais acaba conseguindo realizar pouco, e por isso o melhor é se concentrar em algo e não tentar fazer tudo ao mesmo tempo. O conselho não se aplica apenas ao trabalho, mas também à área pessoal e ao tempo de lazer: “É melhor desligar o telefone e se desligar do trabalho nessas duas ou três horas que você passa com a família”.

5. Aprenda a meditar. Esse hábito simples combate o estresse. Doutora Mirian Soubirana, da Universidade de Barcelona, escritora e professora de meditação e Mindfulness, assegura que “no longo prazo, a prática regular de exercícios de meditação ajuda as pessoas a enfrentar melhor as armadilhas da vida, superar as crises com mais força interior e ser mais elas mesmas baixo qualquer circunstância”. Ben-Shahar acrescenta que a meditação também é um momento conveniente para orientar nossos pensamentos para o lado positivo; embora não haja consenso de que o otimismo chegue a garantir o êxito, ele lhe trará um grato momento de paz.


6. Treine uma nova habilidade: a resiliência. A felicidade depende de nosso estado mental, não de nossa conta corrente. Concretamente, “nosso nível de felicidade vai determinar aquilo ao qual nos apegamos e a força do sucesso ou do fracasso”. Isso é conhecido como Locus de Controle, ou “o lugar em que situamos a responsabilidade pelos fatos” – um termo descoberto e definido pelo psicólogo Julian Routter em meados do século 20 e muito pesquisado com relação ao caráter das pessoas: os pacientes depressivos atribuem seus fracassos a eles próprios e o sucesso a situações externas à sua pessoa, enquanto as pessoas positivas tendem a pendurar-se medalhas no peito, atribuindo os problemas a outros.

Mas assim perdemos a percepção do fracasso como “oportunidade”, algo que está muito relacionado à resiliência, conceito que se popularizou muito com a crise e que foi emprestado originalmente da física e engenharia, áreas nas quais descreve a capacidade de um material de recuperar sua forma original depois de submetido a uma pressão deformadora. “Nas pessoas, a resiliência expressa a capacidade de um indivíduo de enfrentar circunstâncias adversas, condições de vida difíceis e situações potencialmente traumáticas, e recuperar-se, saindo delas fortalecido e com mais recursos”, diz o médico psiquiatra Roberto Pereira, diretor da Escola Basco-Navarra de Terapia Familiar.

Acrescentaria algo mais: "liberte sua criança interior", viva sem sofrer pelo futuro, não cometa o erro de que ser responsável é ser uma pessoa preocupada.

E Você acrescentaria mais? Gostou ou não do texto? Procurei adaptar e resumir um pouco, encontrei em uma antiga revista e achei interessante mas já tratei desse assunto aqui nesse texto onde resumi também um texto que encontrei na internet. 

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